França: milhares de igrejas serão demolidas

REVELAÇÃO GERAL – NA BÍBLIA – PARTE 2
24/04/2019
A LETRA MATA…
26/04/2019

França: milhares de igrejas serão demolidas e terrenos ocupados por mesquitas.

Segundo um relatório do Senado francês, 2.800 templos serão demolidos na França, muitos deles com séculos de idade. A decisão foi tomada porque os custos de restauração são maiores que os custos de demolições.[1] Em 2013, por exemplo, a Igreja de São Jacques, em Abbeville, edificada em 1868, foi demolida a um custo total de 350 mil euros. Esse valor é menor que orçamento da reforma. Como o número de fiéis diminuiu muito nas últimas décadas, ela estava praticamente abandonada. Para muitas cidades na França, a falta de interesse e o alto valor dos terrenos onde os templos foram edificados simplesmente não justificam o investimento em restauração. Desde 2007, quando a decisão foi tomada, várias igrejas foram substituídas por shoppings, lojas, prédios de apartamentos ou estacionamentos.

A recente invasão da igreja de Santa Rita, em Paris, que culminou na expulsão do padre e dos fiéis que estavam realizando uma missa no local, reascendeu o debate.[2] O terreno fora vendido e os novos donos precisavam do prédio no chão. A deputada Marine Le Pen comprou a briga, afirmando que ao invés de destruir uma igreja, o governo deveria “demolir as mesquitas dos radicais”. Ela agiu como porta-voz de um fator que não é levado em conta pela maior parte da mídia. Parte dos terrenos está sendo vendida para grupos islâmicos, que construirão mesquitas no local.

De fato, centenas de novas mesquitas são construídas a cada ano na Europa.[3] Elas acomodam centenas de milhares de novos muçulmanos, sejam eles nascidos em solo europeu ou imigrantes recém-chegados. Dependendo da legislação do país, muitas vezes as edificações recebem dinheiro do governo.

Paris:

De fato, Paris é linda, mas é impossível deixar de notar os efeitos da presença de milhares de pessoas oriundas de países em crise, o mal cheiro dos metrôs, a sujeira em alguns bairros e a crescente falta de liberdade religiosa. Sim, o simples ato de carregar uma Bíblia em público pode causar problemas. O pastor de lá me explicou que a polícia estava tendo problemas com mulheres muçulmanas ao volante. Como usam burca, emprestavam a carteira de habilitação para amigas e os oficiais não podiam fazer nada a esse respeito. Pois “baixaram” uma lei proibindo que condutoras de veículos usem burca, e, para ser “justos”, proibiram que qualquer símbolo religioso seja exibido em público. Assim, Bíblias só na bolsa; e orações só nas igrejas, em casa ou em pensamento. O Ocidente cristão se curva aos novos costumes e se vê invadido por pessoas que até poderiam conhecer Jesus, se Ele fosse conhecido dos cristãos nominais de hoje… A Europa e a França, particularmente, vivem um momento complicado. É preciso que aconteça um verdadeiro milagre para mudar o rumo do Velho Mundo, onde as palavras de Cristo em Lucas 18:8 estão se cumprindo ao pé da letra.

A situação é a mesma em outros países

Inglaterra

Igrejas na Inglaterra podem virar circos e feiras – Projeto quer “otimizar” uso dos templos

A Igreja da Inglaterra, conhecida como episcopal anglicana no resto do mundo, possui 16 mil igrejas no Reino Unido. Com o cristianismo entrando em declínio, a exemplo da maior parte da Europa, a opção administrativa foi fechar pelo menos dois mil templos.[4] Nesses locais, reúnem-se regularmente menos de dez fiéis. A maioria é idosa e as ofertas são poucas e esparsas. Isso inviabiliza os custos de manutenção. A opção é transformá-las em “igrejas de feriado”, que só abrem nas semanas do Natal e da Páscoa, quando muitos cristãos nominais procuram alguma igreja por hábito.

Um programa de financiamento do governo, através do England Arts Council, está querendo dar outros destinos aos prédios que pertencem à igreja oficial do país. Os espaços podem ser alugados para uma ampla gama de eventos e atividades, incluindo conferências, recepções de casamento, eventos de caridade, filmagens e feiras de emprego.

O jornal The Guardian relata que 394 templos cristãos estão “disponíveis” para ser remodelados, reformados e usados para outros fins. Em alguns casos, foram remodelados e transformados em mesquitas.

Houve um tempo em que chamar uma igreja de “circo” era considerado ofensivo. Mas na Inglaterra de hoje é um elogio. O templo da igreja anglicana da cidade de Bristol já hospeda o projeto Circomedia.

A organização Visit Churches mostra em sua página como milhões de libras foram gastas em 2010 na reforma do prédio que foi construído no século 18. Desde então o programa que envolve adolescentes de baixa renda chama atenção e é considerado um “modelo” para se “otimizar” o uso dos templos.

O financiamento do governo, através do England Arts Council, mira os prédios que pertencem à Igreja oficial do país. O espaço também pode ser alugado para uma ampla gama de eventos e atividades, incluindo conferências, recepções de casamento, eventos de caridade, filmagens e feiras de emprego.

O jornal The Guardian relata que 394 templos cristãos estão “disponíveis” para serem remodelados, reformados e usados para outros fins. Por causa do seu liberalismo teológico, que fez com que a Igreja parasse de pregar a salvação pela fé em Jesus, a Igreja Episcopal Anglicana do Reino Unido vem sofrendo uma constante crise financeira.

Oficialmente, a Igreja da Inglaterra possui 15.700 templos e 42 catedrais. Nove mil estão em áreas rurais, 4.800 na região suburbana e 1.900 no centro das cidades. A frequência média e de 30 pessoas nas áreas rurais e 103 nas áreas urbanas.

Com a queda na membresia, caíram as doações. Sem doação não há como sustentar os pastores e bispos. Os prédios antigos também possuem um custo alto de manutenção. Uma das soluções foi readequar as instalações. Existem algumas regras que proíbem que os espaços sagrados se tornem bares ou cassinos. Curiosamente, não podem ser alugados para outras denominações religiosas.

Em breve, o templo da igreja St Mary-at-the-Quay, em Ipswich, se tornará uma clínica psiquiátrica.  A St Cuthbert’s, em Copnor, sediará um centro comunitário, com posto de saúde e uma pré-escola. Outros templos poderão se tornar mercados de frutas e verduras e até outras escolas de circo.

Há muitos projetos sendo estudados. Eddie Tulasiewicz, diretor de comunicação do National Churches Trust, que cuida dos templos da Igreja da Inglaterra, explica que cada caso é estudado levando em conta a história do local. Em alguns templos, poderão ser feitos cultos em ocasiões especiais, como na Páscoa e no Natal.

Matthew McKeague, responsável pelo Conservation Trust, que supervisiona as reformas nos templos, comemora. “A ideia de que as igrejas devem ser apenas locais de culto é uma visão bastante moderna”, lembra. Ele faz um resgate do início do Protestantismo no país, quando a maioria dos templos começou a ser construído no Reino Unido. Naquela época, as igrejas tinham diferentes funções, servindo ao mesmo tempo como local de culto, escola e até posto médico.

Crise teológica e declínio

O levantamento mais recente mostra que Igreja da Inglaterra possui menos de 800.000 fiéis indo a um de seus templos aos domingos. Os índices são menos de metade do que na década de 1960, quando o liberalismo teológico se tornou a norma. Atualmente a igreja anglicana aceita o casamento homossexual e possui líderes abertamente gays.

No último censo do governo, o cristianismo ainda é a maior religião na Inglaterra e no País de Gales, com 33,2 milhões de seguidores. Uma redução de 4,1 milhões em relação ao censo anterior, de 2001. Em média, nas últimas duas décadas, são fechados 25 templos cristãos por ano no país A previsão para 2016 é de fechar pelo menos 2.000 templos.

Alemanha:

Proposta para integrar islâmicos pede mesquitas no lugar de igrejas na Alemanha

Proposta de arquiteto reflete o pensamento multiculturalista

Nas duas últimas décadas, na Alemanha, mais de 350 igrejas foram fechadas. Agora o projeto do conhecido político esquerdista Joaquim Reinig pretende “integrar mais rapidamente” os milhares de imigrantes islâmicos que chegam à Europa todas as semanas. Segundo a proposta, as igrejas cristãs deveriam ser demolidas, para que mesquitas sejam construídas nos mesmos espaços.[6]

O discurso de Reinig, pautado pela ideia de multiculturalismo, é baseado em um relatório de 2013 que ele ajudou a preparar, que identificava uma “necessidade urgente” de construção de mesquitas na região.

Segundo o senado de Hamburgo, que também produziu um relatório sobre o tema, o ideal seria uma “mesquita em cada bairro”. A principal justificativa para isso é o importante “trabalho comunitário” promovido por elas.

O conhecido político esquerdista Joaquim Reinig apresentou uma proposta polêmica que, segundo ele, irá ajudar a Alemanha a integrar mais rapidamente os milhares de imigrantes islâmicos que chegam à Europa todas as semanas. As igrejas cristãs deveriam ser demolidas, dando espaço para que mesquitas sejam construídas nos mesmos espaços.

Morador da cidade de Hamburgo, Reinig que fez fama como arquiteto, advoga que apenas a religião poderia alcançar as pessoas de uma maneira que as autoridades alemãs não conseguem.

Embora o senso comum aponte que isso iria apenas “perpetuar a forma de vida ancestral” dos islâmicos, a abordagem do progressista é que isso daria confiança aos novos moradores do país. A construção de mesquitas com “Um minarete [torre que anuncia a oração] visível na arquitetura moderna dá uma mensagem aos imigrantes: Não tenham medo de perder sua identidade na sociedade”.

O discurso de Reinig, pautado pela ideia de multiculturalismo, é baseado em um relatório de 2013 que ele ajudou a preparar, que identificava uma “necessidade urgente” para a construção de mesquitas na região. Segundo o senado de Hamburgo, que também produziu um assunto sobre o tema, o ideal seria uma “mesquita em cada bairro”. A principal justificativa para isso é o importante “trabalho comunitário” promovido por elas.

Reinig, que serviu como consultor para o Senado de Hamburgo, a necessidade de demolição de igrejas ocorre pela falta de espaços disponíveis para novos templos religiosos. Um levantamento do governo indicou que apenas dos 3% dos cristãos (23.000 pessoas) vão às igrejas na região de Hamburgo, cerca de 50 delas estão fechadas.

Em comparação, a maior parte dos 17.000 muçulmanos de Hamburgo frequentam as mesquitas semanalmente. Questionado sobre o fato de que as mesquitas por vezes foram identificadas como as principais fomentadoras de ataques terroristas, o arquiteto explica que em “comunidades habitadas por muçulmanos não são alvo dos terroristas”.

O Ministério da Justiça da Alemanha investiga mais de 180 suspeitos de terrorismo, a maioria possui alguma ligação com o Estado islâmico. Com informações de Die Tageszeitung  

 

 

Referências:

[1] While Muslims Are Getting Brand New Taxpayer Funded Mosques, These Same Governments Are Destroying Ancient Churches In The Name Of “Saving Money”

[2] Polícia francesa invade igreja, prendendo padre e fiéis – local será demolido para dar lugar a estacionamento.

[3] Europe’s supercessionism: islam replaces christianity.

 

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Pr.Raul
Pr.Raul
Pastor do Ministério Nascido de Novo e coordenador do Seminário Teológico Nascido de Novo, Youtuber e marido da Irmã Vanessa Ângelo.

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