Catolicismo – Avivando a Idolatria e o Ecumenismo

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10/10/2014

Uma das muitas medidas que a cúpula da chamada Igreja Católica está tomando para avivar essa seita que há anos está em letargia, é distribuir um panfleto que, descaradamente diz que a estátua de Nossa Senhora de Fátima já chorou 14 vezes. Outra similar a essa é o espalhafatoso livro intitulado Maria, Por Que Choras? publicado com autorização eclesiástica e, portanto, obra oficial da Igreja Católica, da Edições Louva-a-Deus, segundo o qual as estátuas de Maria podem sangrar, chorar, sorrir, exalar fragrância e até falar, como vimos no capítulo 6 deste livro. É com essas falcatruas e outras do mesmo nível, que a cúpula da Igreja Católica pretende manter o povo no obscurantismo, na superstição, na idolatria e longe de Deus.

 

Incentivando ao Ecumenismo

 

A Igreja Católica e alguns grupos protestantes estão interessadíssimos pelo Ecumenismo. O clero católico quer dialogar com os membros de todas as religiões do mundo. Mas o que se pretende não é um denominador comum, e sim convencer a todos que o Papa é o tal, e a Igreja Católica a única religião verdadeira, à qual devem unir os não cristãos, bem como retornar os ortodoxos e os protestantes. Isso foi confessado sem rodeios pelo Cardeal Hernesto Ruffini, segundo o qual o Vaticano II definiu o ecumenismo como: “Um apostolado especial para a obtenção da unidade sob a autoridade do Papa” (Desafio das Seitas, órgão oficial do CPR_Centro de Pesquisas Religiosas _ número 21, 1º trimestre de 2002, grifo nosso).

O Padre Luiz Cechinato reconheceu que o Concílio Vaticano II (1962-1965) deu notável ênfase ao ecumenismo. Disse ele: “O ecumenismo não foi um dos assuntos tratados ao lado de muitos outros, mas a preocupação permanente do Concílio…” (Os Vinte Séculos de Caminhada da Igreja, página 427, 4ª edição, 2001, Editora Vozes).

Os líderes da Igreja Católica querem dialogar conosco, como o Diabo dialogou com Eva no Jardim do Éden, mas a missão que o nosso Senhor nos confiou é a de evangelizar o mundo. Portanto, sempre que quiserem dialogar conosco, abramos nossas Bíblias e mostremos a eles que Jesus salva. Não desperdicemos estas oportunidades!

Lembremo-nos que o Papa não dialoga com ninguém em pé de igualdade. Ele nos vê de cima para baixo. Ele não admite a possibilidade de podermos provar que ele está errado, pois se julga inerrante em matéria de fé e costume, bem como nos considera inaptos para interpretarmos a Bíblia, até que nos tornemos papas. Ele se considera o Rei da Cocada Preta. Isso inviabiliza todo e qualquer diálogo. Logo, a menos que ele desça de seu pedestal e assuma que é um ser humano normal e, portanto, aceite dialogar conosco em pé de igualdade, não há porque nem como trocarmos idéias. Ele não quer dialogar, e sim, impor seu ponto de vista. Assim sendo, também não queremos dialogar; antes, empreendemos evangelizá-lo.

Os apóstolos não eram ecumênicos, mas sim, pregadores do Evangelho. Como eles se relacionaram com os pagãos, relacionemos com os católicos, já que, como provamos no capítulo 1, os católicos são pagãos. Ajudemos os católicos a se converterem dos ídolos ao Deus vivo. Dialogar, só se for sobre o que a Bíblia diz.

Há pouco tivemos a honra de recebermos na nossa residência dois Missionários da Igreja Católica. Disseram-nos que estavam anunciando as Boas Novas que Jesus mandou pregar e que não discriminam nenhuma religião. “Não importa”, diziam eles “se o senhor é católico, espírita, protestante, budista, etc. Deus é o Pai de todos nós. As muitas religiões nada mais são que caminhos diversos que conduzem, sem exceção, ao Pai celestial”. Então abrimos a Bíblia e o Catecismo da Igreja Católica e lhes mostramos que eles estavam equivocados pelos seguintes motivos:

 

1º) Eles não estavam representando bem a religião da qual são adeptos, visto não estarem pregando o que ela prega oficialmente. Pedimos que eles mesmos lessem no aludido Catecismo que a “igreja” deles se proclama a única Igreja de Cristo e condena ao fogo do Inferno os que recusam a crer nisso.

 

2º) A Bíblia não diz que todas as religiões levam a Deus (Jo 14.6, At 4.12). Mostramos a eles que embora já existissem muitas religiões quando Jesus veio ao mundo, como Budismo, Confucionismo, Zoroastrismo.Hinduísmo… Ele mandou pregar o Evangelho aos adeptos de todas elas e assegurou que se não cressem, seriam condenados (Mc 16.15,16).

 

3º) Eles puderam ainda ler em suas próprias Bíblias que o Espiritismo é condenado por Deus (Dt 18.9-15; 1 Cr 10.13; Ap 22.15, etc.). E então lhes formulamos a seguinte pergunta: Os senhores têm certeza que estão mesmo pregando a Boa-Nova que Jesus mandou pregar?

A Igreja Católica não quer abrir mão de suas heresias. Ela quer que todos se unam a ela, mas ela não quer se unir a ninguém. O que ela aspira é que todos reconheçam que estão errados, se retratem e se unam a ela, submetendo-se ao Papa. E, sendo assim, perguntamos: Onde está a novidade? Não pregam todas as religiões exatamente isso? Todas as religiões, de per si, não fazem o mesmo?

Os evangélicos que estão se deixando levar pelo ecumenismo, são extremamente ingênuos. Eles estão sendo enganados por Satanás. Aliás, muitos dos que se dizem evangélicos, estão indo para o Inferno, juntamente com todos os que, como eles, rejeitam a Cristo.

A instituição internacional intitulada Concílio Mundial de Igrejas, que em cada país recebe o nome de Concílio Nacional de Igrejas, vem sendo acusada de promover o Ecumenismo. O periódico intitulado O Presbiteriano Bíblico, dezembro de 1969 e maio de 1970, registrou: “O Concílio Mundial de Igrejas está nos levando para a Igreja Católica Romana…” “Essa união com a Igreja Católica Romana será uma grande tragédia para as igrejas protestantes…” (Citado em Seitas e Heresias, Um Sinal dos Tempos. Raimundo F. de Oliveira, CPAD, 9ª edição de 1994, página 249).

No Ecumenismo o clero católico nos dá as mãos por de cima do muro. E, se acreditarmos nisso, estendendo-lhes as mãos, seremos puxados por eles para o lado deles. Pelo menos é isso que eles querem.

Será que o Ecumenismo produzirá o efeito desejado? Parcialmente sim. Muitas igrejas protestantes já não protestam mais nada. Porém, o Ecumenismo nunca conseguirá acabar com a Igreja de Cristo. Sempre haverá alguém que não se deixará levar. Repetimos o que já dissemos em 1.1: Qualquer grupo de cristãos, isto é, qualquer igreja local, ou ainda uma associação mundial, regional ou nacional de igrejas, pode se desviar da rota traçada por Jesus e se perder, mas a Igreja de Cristo nunca esteve fadada ao fracasso. Ela jamais foi derrotada, e permanecerá assim para sempre. Jesus garantiu que as portas do Inferno não prevaleceriam contra a Igreja. Todas as instituições e associações podem fracassar, como fracassou a associação de igrejas que os cristãos primitivos intitularam de Igreja Católica, mas a Igreja de Cristo está cada dia melhor. É que a instituição chamada Igreja Católica morreu, mas a Igreja de Cristo se manteve suficientemente viva para protestar os falsos cristãos e organizar o movimento Protestante. Se o movimento Protestante continuar se corrompendo com o Ecumenismo e descaracterizar-se como um movimento cristão, Deus levantará o movimento Protestantíssimo, que protestará o protestante. E, caso esse movimento também se corrompa, Deus suscitará outro movimento que, por sua vez, protestará o Protestantíssimo, e assim sucessivamente, até que Jesus regresse e nos arrebate ao Céu!

Enganam-se os “evangélicos” ingênuos que afirmam que “finalmente os clérigos católicos nos vêem com bons olhos. Atualmente eles nos vêem apenas como irmãos separaados, e não mais como hereges”. Quanta ingenuidade! Quanta ignorância! As nossas vitórias não os alegram, mas os entristecem. Sim, eles estão extremamente tristes com o fato de termos conquistado tantas almas para Jesus! Uma das muitas provas disso é o fato de que, segundo o jornal Extra, de 16/10/2005, 2ª edição, o cardeal Dom Claudio Hummes, arcebispo de São Paulo, “lamentou num encontro de bispos no Vaticano o rápido crescimento dos movimentos protestantes na América Latina…” (Grifo nosso). O dito periódico associa a vinda de Bento XVI ao Brasil, agendada para o ano que vem (2006), ao lamento de Claudio Hummes. Em outras palavras: O seu choro comoveu “Sua Santidade”. Está, pois, provado que eles não nos vêem como aliados. Aliás, eles não nos vêem como parceiros ou aliados, nem tampouco como concorrentes, mas como inimigos. E não estão muito enganados, pois realmente não somos da mesma laia deles.  Enganados são esses “protestantes” que não protestam, que se deixam hipinotizar pelo canto da sereia, confraternizando-se com esses inimigos da Cruz de Cristo, comparecendo aos eventos ecumênicos promovidos por “Sua Santidade”. Esses são falsos irmãos e, portanto, mais perigosos do que o clero católico. É que esses adversários, por fingirem que são dos nossos, passam por parceiros e, por conseguinte, nos fazem dormir com o inimigo. É como bem o diz certo adágio popular: “Que Deus me defenda dos meus amigos, porque dos meus inimigos me defendo eu”.

Atente para o fato de que se o Papa Bento XVI não nos considerasse como hereges de alta periculosidade, certamente repreenderia o seu subalterno Claudio Hummes, mais ou menos assim: “Meu irmão, que mal há nisso? A vitória de nossos irmãos separados, são nossas também. A Igreja de Cristo é uma só. Portanto, se os protestantes estão crescendo, todos nós estamos crescendo com eles, pois formamos um só corpo em Cristo”. E ele fez isso? Não!!! Antes se deu por avisado e, prontamente empreendeu tapar a brecha, agendando uma visita ao Brasil, objetivando livrar seu rebanho da boca do “lobo”

Oremos, ó irmãos, pelas vítimas desses engodos, pois nossas orações falarão mais alto do que os nossos argumentos! Orem, orem, orem…

Queremos recomendar o livro intitulado O Movimento Ecumênico à Luz das Santas Escrituras, de autoria do grande apologista, Pastor Homero Duncan, editado pela Imprensa Batista Regular. Esse livro é tremendo, e o leitor não deve, pois, deixar de lê-lo.

Pr.Raul
Pr.Raul
Pastor do Ministério Nascido de Novo e coordenador do Seminário Teológico Nascido de Novo, Youtuber e marido da Irmã Vanessa Ângelo.

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