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Pois ele será grande diante do Senhor, não beberá vinho nem bebida forte, será cheio do Espírito Santo, já do ventre materno. E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus. E irá adianta dele no espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado (Lucas 1.15-17).
João Batista foi cheio do Espírito Santo desde o ventre materno; era um homem cheio de amor, alegria, paz, paciência, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (Gaiatas 5.22-23).

João Batista estava bem com Deus e com a obra de Deus, consigo mesmo e com o próximo. João tinha poder para testemunhar as palavras de Deus; tinha a unção do Espírito Santo na vida — este grande poder que glorifica a Jesus Cristo; guia em toda a verdade; convence do pecado, da justiça e do juízo; capacita para viver uma vida digna de filho de Deus; consola, conforta, dá poder para pregar a palavra de Deus; dá discernimento, conduz a uma vida de intimidade com Deus e capacita para ter um ministério com resultados positivos. João era realmente um homem de Deus: vocacionado, puro e cheio do poder de Deus.

Conseqüentemente, seu ministério foi muito abrangente e deu muitíssimos frutos.

João era um ganhador de almas, pregava com unção e o povo se convertia ao Evangelho do Senhor Jesus: Então saíam a ter com ele Jerusalém, toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados (Mateus 3.5-6).

Pregava contra o pecado e não tinha medo de homem algum.

Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produzi, pois, fruto digno de arrependimento.

Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada ao fogo (Mateus 3.7, 8 e 10).

João Batista produziu muito fruto, porque foi dirigido pelo poder do Espírito Santo.

Na época de João Batista, os sumos sacerdotes eram Anás e Caifás, e veio a Palavra de Deus a João no deserto (Lucas 3.2). .Eram “sacerdotes” de Deus, como muitos hoje, contudo não eram abençoados por Ele, porque logicamente não tinham nada que oferecer.

Creio que a plenitude do Espírito Santo se constitui numa das maiores perdas da Igreja. O Espírito Santo apagado e entristecido pelo pecado. Existem cristãos que não têm a alegria do

Espírito, não têm poder para testemunhar, não têm brilho nenhum, não têm a graça, a luz do Senhor, a segurança e a esperança. Existe cristão tão carrancudo, que se ele der um sorriso trinca o rosto. Ele é sério, não experimentou ainda a doçura de Jesus; o Espírito Santo está comple¬tamente inativo em seu coração; possui o Espírito, mas o Espírito não o pos¬sui. Ele precisa urgentemente de uma dinâmica do Espírito Santo em sua vi¬da. Somente assim haverá condições de servir o Senhor com poder e muito fruto.

Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins do mundo (Atos 1.8).

O Espírito Santo é Deus, é uma pessoa, e quando nos domina totalmente, a vida cristã toma outra dimensão — a dimensão do reino de Deus, e não dos homens.

Pr.Raul
Pr.Raul
Pastor do Ministério Nascido de Novo e coordenador do Seminário Teológico Nascido de Novo, Youtuber e marido da Irmã Vanessa Ângelo.

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