A Revelação Universal de Deus 3

A Revelação Universal de Deus 2
27/12/2018
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31/12/2018

A Revelação Universal de Deus 3

A realidade e a eficácia da revelação geral

A teologia natural

Quanto à natureza, extensão e eficácia da revelação geral, há opiniões bem contrastantes.

Uma posição que possui uma história longa e conspícua dentro do cristianismo sustenta que não somente existe uma revelação válida e objetiva de Deus em esferas como a natureza, a história e a personalidade humana, mas que de fato é possível adquirir algum conhecimento verdadeiro a respeito de Deus a partir delas —em outras palavras, construir uma teologia natural à parte da Bíblia.

Essa opinião implica certas pressuposições. Uma, é claro, é que Deus de fato se fez conhecer por intermédio da natureza e que esses padrões de significado são apresentados de forma objetiva, mesmo que ninguém perceba, entenda nem aceite essa revelação. E mais, a natureza está basicamente intata —ela não foi substancialmente distorcida por nada que tenha ocorrido após a criação.

Em suma, o mundo que encontramos à nossa volta é basicamente o mundo que surgiu da mão criadora de Deus e como se pretendia que fosse.

A segunda grande pressuposição da teologia natural é a integridade da pessoa que percebe e aprende a partir da criação.

Nem as limitações da humanidade nem os efeitos do pecado e da queda impedem as pessoas de reconhecer e interpretar corretamente as obras das mãos do Criador.

Há outras pressuposições. Uma, é que existe uma congruência entre a mente humana e a criação ao nosso redor. A ordem da mente humana é basicamente igual à ordem do universo.

A mente é capaz de tirar conclusões das informações que possui, já que a estrutura de seus processos de raciocínio são coerentes com a estrutura daquilo que ela conhece.

Também se pressupõe a validade das leis da lógica. A teologia natural nega assiduamente os paradoxos e as contradições lógicas, considerando que serão removidos por um escrutínio lógico mais completo dos problemas em questão. Ela entende que o paradoxo é um sinal de indigestão intelectual; caso fosse mais bem mastigado, desapareceria.

O cerne da teologia natural é a idéia de que é possível chegar a um conhecimento genuíno de Deus baseando-se apenas na razão, sem um compromisso de fé anterior com as crenças do cristianismo e sem nenhuma dependência de alguma autoridade especial, tais comó uma instituição (a igreja) ou um documento (a Bíblia). Razão, aqui, refere-se à capacidade humana de descobrir, compreender, interpretar e avaliar a verdade.

Talvez o exemplo notável de teologia natural na história da igreja seja a façanha impressionante de Tomás de Aquino.

De acordo com ele, todas as verdades pertencem a um de dois campos. O campo inferior é o da natureza, o superior, o da graça. Embora as alegações pertencentes ao campo superior devam ser aceitas em submissão à autoridade, os que pertencem ao campo inferior podem ser conhecidos pela razão.

Tomás alegava que podia provar certas crenças pela razão pura: a existência de Deus, a imortalidade da alma humana e a origem sobrenatural da Igreja Católica. Elementos mais específicos da doutrina —tais como a natureza triúna de Deus— não podiam ser conhecidos apenas pela razão, precisando ser aceitos em submissão à autoridade. Essas são as verdades da revelação, não verdades da razão. A razão rege o nível inferior, enquanto as verdades do nível superior são questões de fé.

Um dos argumentos tradicionais para defender a existência de Deus é a prova cosmológica. Tomás possui três ou, talvez, até quatro versões dessa prova.

O argumento desenvolve-se mais ou menos assim: No campo de nossa experiência, tudo que conhecemos é causado por algum outro fator. No entanto, não pode haver uma regressão infinita de causas, pois, nesse caso, toda essa série de causas jamais teria começado.

Deve, portanto, existir alguma causa incausada (motor imóvel) ou um ser necessário. A este, nós (ou todas as pessoas) chamamos Deus. Quem quer que veja honestamente essa prova deve chegar a essa conclusão.

Outro argumento muito empregado e também encontrado em Tomás é o argumento teleológico. Este centra-se especialmente no fenômeno da ordem ou do aparente propósito no universo. Tomás observa que várias partes do universo apresentam um comportamento que se adapta a fins desejáveis ou ajuda a concretizá-los.

Quando tal comportamento é apresentado por seres humanos, reconhecemos que eles os desejaram conscientemente e que se moveram em direção a um objetivo. Alguns dos objetos em nosso universo, entretanto, não podem ter feito nenhum planejamento no que se refere a alvos.

Com certeza, as rochas e a atmosfera não escolheram ser como são. O arranjo deles de acordo com um propósito ou objetivo deve provir de outra parte. Algum ser inteligente deve, por conseguinte, ter ordenado as coisas dessa forma conveniente. E a esse ser, afirma Tomás, chamamos Deus.

As vezes, todo o universo é considerado no argumento teológico. Nesses casos, o universo é com freqüência comparado a algum mecanismo.

Por exemplo, se encontrássemos um relógio na areia, reconheceríamos o objeto de imediato, pois todas as partes dele são adaptadas para o propósito de marcar e indicar o tempo. Com certeza, não diríamos: “Que coincidência notável!” Reconheceríamos que uma pessoa hábil deve ter planejado e montado a estrutura maravilhosa em que cada parte adapta-se a outra.

Da mesma forma, a maneira pela qual cada parte da natureza combina tão bem com todas as outras partes não pode ser atribuída meramente ao acaso. Alguém deve ter planejado e construído o sistema digestivo, os olhos, a atmosfera devidamente balanceada e tantas coisas mais em nosso mundo. Tudo isso demonstra a existência de um Ordenador supremo, um Criador sábio e capaz. Deve existir um Deus.

Esses são os dois argumentos principais que têm sido empregados ao longo da história no desenvolvimento da teologia natural. Dois outros, que aparecem na história da filosofia e da teologia, embora, talvez, menos destacados que o argumento cosmológico e o teleológico, são o antropológico e o ontológico.

O argumento antropológico vê alguns aspectos da natureza humana como revelação de Deus. Na formulação de Immanuel Kant (em Crítica da razão -prática) ela é apresentada como segue.

Todos possuímos um impulso moral ou um imperativo categórico. Entretanto, a obediência a esses impulsos, traduzida num comportamento moral, nem sempre é bem compensada nesta vida. Ser bom nem sempre adianta! Nesse caso, por que alguém deveria ser moral? Deve haver alguma base para a ética e a moralidade, algum tipo de prêmio que, por sua vez, envolva vários fatores —imortalidade e uma alma que não morra, um tempo futuro de julgamento e um Deus que estabeleça e sustente os valores e que premie o bem e castigue o mal.

Assim, a ordem moral (em contraste com a ordem natural) exige a existência de Deus.

Todos esses são argumentos empíricos. Surgem da observação do universo pelo ângulo da experiência sensorial. O principal argumento a priori ou racional é o argumento ontológico. Esse é um argumento puramente intelectual.

Não exige que se saia do âmbito do pensamento. Em Proslogion, Anselmo formulou o que, sem dúvida, é a expressão mais famosa do argumento ontológico: Deus é o maior de todos os seres concebíveis. Mas um ser que não existe não pode ser o maior de todos os seres concebíveis (pois o ser inexistente de nossa concepção poderia ser maior, caso possuísse o atributo da existência). Portanto, por definição, é preciso que exista Deus.

Têm-se formulado várias respostas ao argumento ontológico, muitas das quais seguem a alegação de Kant de que, com efeito, a existência não é um atributo.

Um ser que existe não possui algum atributo ou qualidade que esteja ausente num ser similar que não exista. Se eu imagino um dólar e o comparo com um dólar real, não há diferença na essência, naquilo que são.

A única diferença é a existência. Há uma diferença lógica entre a frase “Deus é bom” (ou amoroso, ou santo, ou justo) e a frase “Deus é”. A primeira atribui alguma qualidade a Deus; a outra é uma afirmação de sua existência.

Alega-se aqui que a existência não é um predicado necessário do maior de todos os seres concebíveis. Tal ser pode existir —ou não. Tanto em um caso como em outro, a essência é a mesma.

Uma crítica à teologia natural

Apesar da longa e abençoada história da teologia natural, seus efeitos presentes não parecem muito impressionantes Se os argumentos são válidos e são apresentados de modo adequado, deveriam convencer qualquer pessoa racional.

Mas numerosos filósofos têm levantado críticas contra essas provas e muitos teólogos juntam-se a eles. Por que algum cristão se oporia a um esforço para convencer não-cristãos de que o cristianismo é a verdade ou, pelo menos, de que Deus existe? A resposta é que o uso dessas provas pode na realidade trazer desvantagem, caso alguém deseje fazer a apresentação mais eficiente possível das reivindicações de Cristo.

Se as provas forem inadequadas, o descrente, ao rejeitar as provas, pode também rejeitar a mensagem cristã, entendendo que essas provas são a melhor base que pode ser oferecida para sua aceitação.

Alguns dos problemas com esses argumentos dizem respeito às pressuposições que contêm. Tomás assumiu praticamente como um axioma, ou uma verdade primeira conhecida pela intuição, que não pode haver uma regressão infinita de causas. Mas, hoje, inúmeras pessoas discordariam.

Uma sequência linear de causas não é a única maneira de ver a causalidade. Alguns questionariam a necessidade de buscar a causa última.

Mesmo que se busque, porém, existe a possibilidade de um círculo de causas, em que cada causa, dentro de um sistema fechado, provoca outra.

De forma similar, a pressuposição de que o movimento precisa ter uma causa ou explicação não é universalmente aceita hoje. A realidade pode muito bem ser dinâmica, não estática.

Também há críticas contra o procedimento de estender o argumento do observável para o que está além da experiência. No caso do relógio encontrado na areia, temos algo que pode ser verificado pela experiência sensorial.

Podemos, de fato, conferir com a empresa cujo nome aparece (coincidentemente?) no relógio e averiguar se foi por ela fabricado. Além disso, reconhecemos que o relógio é similar a outros relógios que já vimos antes. Assim, podemos extrapolar com base em experiências passadas. No caso do mundo, no entanto, não temos algo que possa ser tão facilmente verificado por outra experiência sensorial. Quantos vezes vimos algum mundo sendo criado?

A pressuposição é que o universo é um elemento de uma classe de objetos (que inclui coisas como relógios e máquinas fotográficas) aos quais podemos compará-lo e que, assim, podemos fazer julgamentos racionais acerca de seu propósito. Isso, porém, deve ser estabelecido, não pressuposto, para que o argumento da analogia do relógio tenha resultado.

Outro problema já foi mencionado. Suponha que alguém consiga provar, com um argumento válido, que este mundo deve ter tido uma causa.

Não se pode, no entanto, concluir disso que tal causa precisa ser infinita. Pode-se afirmar apenas que houve uma causa suficiente que foi responsável por esse efeito. O fato de alguém conseguir levantar um peso de 50 quilos não garante que possa levantar mais que isso.

De modo semelhante, não podemos provar a existência de um Criador infinito a partir da existência de um universo finito. Outro argumento é necessário para provar que a causa suficiente do universo é o Deus do cristianismo e, também, que os deuses que constituem as conclusões dos vários argumentos de Tomás são, todos, a mesma entidade. Se tivermos uma teologia natural, ela deve ser fundamentada em nossa razão humana (sem o auxílio de outra autoridade).

O argumento teológico está especialmente sujeito a críticas.

Desde Charles Darwin, o apelo usual à complexidade e à beleza do reino biológico não exerce muito poder de persuasão sobre os que aceitam a teoria da evolução biológica.

Estes acreditam que as mudanças nas características surgiram de variações acidentais chamadas mutações. Algumas delas foram vantajosas e outras, desvantajosas. Na luta pela sobrevivência ocasionada pela fecundidade da natureza, qualquer característica que permita a sobrevivência da espécie será transmitida, enquanto os ramos da espécie que não possuem essa característica tendem a desaparecer.

Assim, o processo de seleção natural produziu as qualidades notáveis que o argumento teológico alegam apontar para uma ordem e um Ordenador. Decerto, a crítica contra o argumento teológico tem suas falhas (e.g., a seleção natural não consegue explicar a adaptação inorgânica observada no universo), mas a questão é que as pessoas que aceitam a evolução simplesmente discordam da afirmação de Tomás de que existe um caráter compulsório e necessário no argumento teológico.

O argumento teológico também se confronta com o que pode ser chamado de “disteológico”. Se o argumento deve ser totalmente empírico, deve, naturalmente, levar em conta todos os dados. Mas o argumento desenvolve-se com base em indicações visíveis de um Deus sábio e benevolente que controla a criação.

Mas também há aspectos perturbadores do mundo, tais como catástrofes naturais, doenças, e a crueldade e injustiça que os homens infligem a seus semelhantes. Se Deus é todo-poderoso e completamente bom, como pode haver tais coisas?

Destacando esses pontos, é possível construir um argumento em favor tanto da inexistência de Deus como da existência de um Deus que não é bom. Talvez o argumento teológico possa então converter-se num argumento a favor, não da existência de Deus, mas do diabo. Pesando essas considerações, o argumento teológico parece pouco expressivo.

Um exame de passagens importantes

Agora, precisamos examinar com mais detalhes algumas passagens chaves que lidam com a questão da revelação geral, numa tentativa de saber exatamente o que dizem. Vamos, depois, juntar o significado de várias passagens para formar uma posição coerente acerca do assunto.

Dos muitos salmos que tratam da natureza, todos transmitindo o mesmo significado básico, talvez o Salmo 19 seja o mais explícito:

1.    Os céus proclamam a glória de Deus; e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.
2.    Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.
3.    Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som;
4.    no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo.

Os versículos afirmam claramente que a natureza declara a glória de Deus.

Romanos 1—2 é outra passagem importante que trata da revelação geral. A parte mais significativa do capítulo 1 fica entre os versículos 18 e 32, que destacam a revelação de Deus na natureza, enquanto 2.14-16 parece discorrer especialmente sobre a revelação geral na personalidade humana. O tema da epístola é enunciado em 1.16,17: no evangelho, a justiça de Deus é revelada de fé em fé.

Essa justiça de Deus em prover salvação, entretanto, pressupõe a ira de Deus revelada dos céus contra toda impiedade e perversão humana (v. 18).

Paulo está preocupado em mostrar como essa ira de Deus pode ser justa. A resposta é que as pessoas contra quem recai a ira de Deus têm a verdade mas a suprimem com a injustiça (v. 18b).

Deus lhes mostrou claramente o que se pode conhecer a respeito de si. Essa automanifestação continua desde a criação do mundo, sendo percebida nas coisas que Deus fez. As qualidades invisíveis de Deus —o poder eterno e a divindade— são percebidas claramente e, por conseguinte, os perversos não têm desculpa (v. 20). Eles conheceram a Deus, mas não o honraram nem foram gratos a ele; antes, suas mentes foram turvadas e eles se tomaram fúteis em seus pensamentos (v. 21,22).

A linguagem dessa passagem é clara e forte. E difícil interpretar expressões como “o que de Deus se pode conhecer” e “é manifesto” (v. 19) como uma referência a outra coisa, a não ser uma verdade objetiva, cognoscível acerca de Deus. De modo semelhante, “porquanto, tendo conhecimento de Deus” (v. 21) e “a verdade de Deus” (v. 25), indicam posse de conhecimento genuíno e exato.

O segundo capítulo prossegue com o raciocínio. Aqui, ao que parece, o argumento é que todos, gentios e judeus, estão igualmente condenados: os judeus, porque não fazem o que sabem ser exigido pela lei; os gentios, porque, mesmo não tendo a lei, também sabem o suficiente para tomá-los responsáveis por seus atos diante de Deus, mas desobedecem. Quando estes fazem, pela natureza, o que exige a lei, estão mostrando que a exigência da lei está escrita no coração deles (v. 14,15).

Assim, tendo ou não ouvido a lei, todas as pessoas conhecem a verdade de Deus.

Deus nos deu uma revelação objetiva, válida e racional acerca de si mesmo por meio da natureza, da história e da personalidade humana. Ela é acessível a todas as pessoas que queiram observá-la.
Atos 14.15-17 também lida com a questão da revelação geral. O povo de Listra pensou que Paulo e Barnabé eram deuses. Começaram a adorá-los.

Na tentativa de demovê-los da ideia, Paulo destacou que eles deviam voltar-se para o Deus que havia feito o céu e a terra. Paulo, então, observou que, apesar de Deus ter permitido que as nações andassem em seus próprios caminhos, havia deixado um testemunho de si mesmo para todos as pessoas, fazendo o bem, proporcionando chuvas e estações frutíferas e enchendo-lhes o coração de alimento e de alegria. O argumento parece dizer respeito ao testemunho de Deus acerca de si mesmo por meio da natureza e (talvez até mais) da história.

A última passagem de significado especial para nossos fins é Atos 17.22-31. Aqui, Paulo aparece diante de um grupo de filósofos —digamos, a Sociedade Filosófica Ateniense— no Areópago. Dois pontos se destacam em importância na apresentação de Paulo. O primeiro é que Paulo havia notado um altar “ao deus desconhecido” no lugar de culto dos atenienses. Ele passou a lhes proclamar esse deus. A divindade que haviam percebido em suas especulações, sem terem uma revelação especial, era o mesmo Deus a quem Paulo conhecia por manifestação especial.

O segundo é que ele citou um poeta ateniense (v. 28). O aspecto significativo aqui é que um poeta pagão tinha sido capaz de chegar a uma verdade espiritual, sem a revelação especial de Deus.

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Pr.Raul
Pr.Raul
Pastor do Ministério Nascido de Novo e coordenador do Seminário Teológico Nascido de Novo, Youtuber e marido da Irmã Vanessa Ângelo.

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