A sensualidade Como Embriaguez da Alma ( Parte VIII ) – nascidodenovo.org

A sensualidade Como Embriaguez da Alma ( Parte VIII )

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“A sensualidade, o vinho, e o mosto, tiram a inteligência”. (Os 4:11) A sensualidade é colocada no mesmo nível da embriaguez alcoólica, ou seja, a sensualidade é o vinho que embriaga a alma e remove a razão espiritual. Onde existe sensualidade não existe sobriedade, portanto, loucura, insensatez, inconveniência e desnorteamento se instalam. A sensualidade é também a mãe da burrice moral.

Ela cega o entendimento induzindo o indivíduo a fazer escolhas moralmente suicidas. A pessoa se torna insensível em relação aos perigos e armadilhas que a rondam e ao mesmo tempo cheia de coragem para realizar coisas loucas, impensadas e precipitadas. Esta coragem que vem do alcoolismo e da sensualidade trás consigo a influência de um espírito de morte. Muitos acidentes trágicos têm acontecido devido à irracionalidade causada pelo alcoolismo e sensualidade.

Este chavão da “loira burra” pode ser facilmente desvendado aqui. Obviamente, a questão não é a cor do cabelo ou o gênero sexual, mas o bloqueio em relação à verdadeira sabedoria como conseqüência de uma vida devotada à sensualidade. Uma das piores conseqüências da sensualidade é a inconseqüência. Ela causa espiritualmente na alma das pessoas a mesma incontinência, o mesmo desenfreamento que a bebida alcoólica causa na razão humana.

Uma pessoa embalada pelo espírito de sensualidade é como um ébrio espiritual, um tonto desnorteado desprovido de juízo e bom senso, um bêbado, inconseqüentemente à beira de cometer asneira, pecando contra a sua própria vida: “Seduziu-o com as muitas palavras, com as lisonjas dos seus lábios o arrastou.

E ele num instante a (personificação do espírito de sensualidade) segue, como o boi que vai ao matadouro; como o cervo que corre para a rede, até que a flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida” (Pv 7:21-23)