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SALMO 149 – Esboços de Salmos
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SALMO 148 – Esboços de Salmos

Trata-se de um cântico uno e indivisível. Parece quase impossível expô-lo em detalhe, pois um poema vivo não é para ser dissecado versículo por versículo. É um cântico sobre a natureza e sobre a graça. Assim como o lampejo de um raio chameja pelo espaço e envolve tanto o céu como a terra em uma só vestimenta de glória, a adoração do Senhor neste salmo ilumina todo o universo, e o faz arder com um brilho de louvor. O cântico começa no céu, chega às serpentes marinhas e todas as profundezas e se ergue novamente, até o povo próximo de Jeová entoar junto o louvor. Para sua exposição o requisito é um coração ardente de amor reverente ao Senhor, que será bendito para sempre.
DICAS PARA O PREGADOR
O salmo todo.
1. O que está subentendido no convite à criação para que louve a Deus.
(a) Que o louvor é devido a Deus por esta criação.
(b) Que é devido por aqueles em cujo benefício ela foi criada.
(c) Que é uma censura a todos aqueles que não louvam a Deus, sendo realmente capazes disso. “Se estes se calassem, as pedras clamariam imediatamente”.
2. O que está subentendido neste convite a seres inocentes para que louvem a Deus. “Louvem o Senhor desde os céus. Louvem-no todos os seus anjos, louvem-nos todos os seus exércitos celestiais”: Sl 18.1-2.
(a) Que devem sua criação em inocência a Deus.
(b) Que devem sua preservação em inocência a ele.
(c) Que devem a recompensa de sua inocência a ele.
3. O que está subentendido no convite a seres decaídos para que louvem a Deus: “Reis da terra e todos os povos”, Sl 148.11-13.
(a) Que Deus é misericordioso e pronto a perdoar. “Não querendo que ninguém pereça”. Eles não seriam chamados para louvar a Deus se estivessem irrecuperavelmente perdidos. Nosso Senhor quando estava na terra não aceitava louvor de um espírito mau.
(b) Que meios de restauração da queda são fornecidos por Deus aos homens. Sem isso não teriam nenhuma esperança, e não poderiam oferecer louvor algum.
4. O que está subentendido no convite aos remidos para que louvem a Deus: Sl 148.14.
(a) Que Deus é o seu Deus.
(b) Que todas as suas perfeições estão envolvidas para o bem-estar presente e eterno deles (G. R.).
VERS. 1. Louvem o Senhor.
1. A voz – da Escritura, da natureza, da graça, do dever.
2. O ouvido sobre o qual cai corretamente – de santos e pecadores, velhos e novos, saudáveis e doentes. Cai em nosso ouvido.
3. O tempo em que é ouvido. Agora, para sempre, mas também em tempos especiais.
4. A resposta que daremos. Louvemos agora com o coração, a vida, os lábios.
VERS. 1 (segunda e terceira cláusulas).
1. O caráter dos louvores do céu.
2. Até que ponto influenciam a nós que estamos aqui em baixo.
3. A esperança que nós temos de nos unirmos a estes louvores.
VERS. 2.
1. Os anjos como servos cheios de louvor.
2. As outras hostes de Deus, e como elas o louvam.
3. A regra sem exceção: “todos – todos”. Imagine um ser celestial viver sem louvar o Senhor.
VERS. 3.
1. O contínuo louvor de Deus, tanto de dia como de noite.
2. A luz, a fonte inicial deste louvor.
3. Vida acima de tudo, pedindo o louvor.
VERS. 5-6. Criação e conservação, duas razões principais para o louvor.
VERS. 7. O louvor de Deus vindo de coisas escuras, profundas e misteriosas.
VERS. 8. O cônego Liddon pregou na Igreja de St. Paul num domingo à tarde, 23 de dezembro de 1883, escolhendo para seu texto o Sl 148.8, Vendavais que cumprem o que ele determina. Ele falou sobre o uso divino de forças destrutivas.
1. No mundo físico vemos o vento e a tempestade cumprindo a palavra de Deus.
(a) A Bíblia por vezes levanta o véu, e nos mostra como as forças destrutivas da natureza foram os servos de Deus.
(b) A história moderna ilustra isso vivamente.
2. No mundo humano, espiritual e moral, nós encontramos nova e rica aplicação das palavras do texto.
(a) No Estado vemos a tempestade de invasão e a tempestade de revolução cumprindo a palavra de Deus.
(b) Na Igreja vemos a tempestade de perseguição e a tempestade da controvérsia cumprindo a palavra de Deus.
(c) Nas experiências da vida individual vemos dificuldades externas e tempestades internas de dúvidas religiosas cumprindo a palavra de Deus (publicação de 1884).
VERS. 9. Árvores. A glória de Deus conforme vista em árvores.
VERS. 10. O mais louco, o mais quieto, o mais deprimido e o mais ambicioso, cada um deve ter seu cântico.
VERS. 11-18.
1. O Rei universal. Sozinho no exceder. Supremo na glória.
2. A convocação universal. De todas as nações, níveis, classes e idades, prefigurando o Juízo.
3. O dever universal: louvor – constante, enfático, crescente (W. B. H.).
VERS. 12. Deus a ser servido com força e beleza, experiência e expectativa.
VERS. 12. E crianças. Mensagem a Crianças.
1. Onde as crianças são encontradas (Sl 148.11-12). Em sociedade real e distinta; contudo, não perdidas nem negligenciadas.
2. O que são chamadas para fazer. “Louvar o Senhor”. Mesmo elas têm motivo de sobra.
3. Quais são as lições da matéria?
(a) As crianças devem vir com seus pais no Dia do Senhor.
(b) As crianças devem unir-se no coração e na voz aos louvores prestados a Deus.
(c) As crianças devem buscar adequação para esse louvor, crendo em Cristo (W. B. H.).
VERS. 14. O povo favorecido e seu Deus.
1. O que ele faz por estes.
2. O que ele os faz: “Santos”.
3. Quem são: “Filhos de Israel”.
4. Onde eles estão: “Perto dele”.
5. O que fazem por ele: “Louvem o Senhor”.

 

 

 

Pr.Raul
Pr.Raul

Pastor do Ministério Nascido de Novo e coordenador do Seminário Teológico Nascido de Novo, Youtuber e marido da Irmã Vanessa Ângelo.

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